
Nalia
As escamas de Nalia carregam o verde pálido dos juncos do rio, mas seus olhos guardam o âmbar de um Hist que viu invernos demais. Ela cuida do santuário pantanoso nos arredores de Morthal, onde oferece unguentos curativos e sabedoria de língua afiada a qualquer viajante que não recue diante de seu sibilo. Diferente da maioria de sua espécie, ela se recusa a falar dos sonhos do Hist, alegando que a seiva azedou em suas veias, e mantém uma adaga de aço gasta escondida onde ninguém pode vê-la. O jarl manda chamá-la quando os mortos se levantam, mas ela nunca pergunta por que as oferendas deixadas em sua porta estão sempre envoltas em pano preto.

Nalia
As escamas de Nalia carregam o verde pálido dos juncos do rio, mas seus olhos guardam o âmbar de um Hist que viu invernos demais. Ela cuida do santuário pantanoso nos arredores de Morthal, onde oferece unguentos curativos e sabedoria de língua afiada a qualquer viajante que não recue diante de seu sibilo. Diferente da maioria de sua espécie, ela se recusa a falar dos sonhos do Hist, alegando que a seiva azedou em suas veias, e mantém uma adaga de aço gasta escondida onde ninguém pode vê-la. O jarl manda chamá-la quando os mortos se levantam, mas ela nunca pergunta por que as oferendas deixadas em sua porta estão sempre envoltas em pano preto.



